"Nem sempre os laços de pernas representam tropeço. Por vezes, eles demonstram cuidado, zelo de quem gosta, aprisionamento do tempo que fica guardado para sempre...
Na verdade os amores são a mistura da braveza dos desbravadores das matas - que a sangue frio vão invadindo, descobrindo, conquistando - com a delicadeza de uma princesa, tão doce, delicada, à espera do beijo do príncipe que a acorda do pesadelo e a coloca em um sonho - é! Amor também pode ser sonho e acabar ao amanhecer...
Não é necessário cordas... para quem quer fugir, seus nós nunca estão apertados o bastante... para quem quer estar perto um simples abraço segura... sim, simples, simplesmente se constrói uma fortaleza de segurança máxima, de portas abertas, mas que não se quer sair... os braços do abraço são abrigo seguro, travesseiro macio para dormir e dividir os laços das pernas"
(M. Ponciano)
sexta-feira, 31 de maio de 2013
quinta-feira, 30 de maio de 2013
"Às vezes parece que você está bem perto... e como os pensamentos que viajam, transbordo em risos e em casos que planejo e vivo... Sozinho... Poderia ser apenas 'só' mas 'sozinho' é mais carinhoso...
O amor não é exceção. É regra que rege a todos... É sonho que pulsa nos sorrisos, é mão que se estende em laços - em noites de chuva e na dualidade do sol. Exceção é a teimosia de quem aceita a provocação do adverso e não saboreia o verso que os dias constroem... Que perverso...
Nem todo sorriso exprime paz, nem toda lágrima nasce da dor... reler o repetido, reviver a saudade, porque o óbvio também surpreende... Nas entrelinhas dos segundos há muito a conhecer.
Eu permaneço à espera...como um piano que espera o violino, como um poeta que espera a inspiração, e, quando ela surge, ele vai praticando estrofes, vivendo poesia... Fantasia viva... VIVAAA!!! O que seria da vida sem a magia dos sonhos, sem o poder do pensamento - cimento- entre o mundo que oprime e a espera que liberta"
(M.Ponciano)
O amor não é exceção. É regra que rege a todos... É sonho que pulsa nos sorrisos, é mão que se estende em laços - em noites de chuva e na dualidade do sol. Exceção é a teimosia de quem aceita a provocação do adverso e não saboreia o verso que os dias constroem... Que perverso...
Nem todo sorriso exprime paz, nem toda lágrima nasce da dor... reler o repetido, reviver a saudade, porque o óbvio também surpreende... Nas entrelinhas dos segundos há muito a conhecer.
Eu permaneço à espera...como um piano que espera o violino, como um poeta que espera a inspiração, e, quando ela surge, ele vai praticando estrofes, vivendo poesia... Fantasia viva... VIVAAA!!! O que seria da vida sem a magia dos sonhos, sem o poder do pensamento - cimento- entre o mundo que oprime e a espera que liberta"
(M.Ponciano)
"Ter um coração grande é preceito para acolher muitos... E o perigo de acolher muitos é que as possibilidades de decepção serão bem maiores. Se não fores forte o bastante, essas possíveis decepções, farão com que o seu coração transforme as paredes de acolhimento em labirintos de pedra... Não queira que isso aconteça... Um enorme coração revestido e preenchido de pedra é um fardo quase impossível de se carregar."
(M. Ponciano) —
(M. Ponciano) —
"Quais as tintas que você usa para pintar seus dias?
Quais as tonalidades repetidas e quais as misturas de novas e antigas que você faz para que nasçam tons diferentes?
A beleza da arte, de tempo em tempo, vai das criações inexatas - que deixam por conta do observante dar-lhe sentido - às prontas - que encantam por serem o que são, sem rodeios... O que as assemelha é a presença de sentido. Em ambas, as cores - repetidas, renovadas ou inéditas - montam com zelo expressões que afetam quem as mira, admira, contempla.
Com quais cores você pinta sua vida? Não importa se sejam as mais caras ou as mais simples... Assim como as grandes obras de arte, sua vida é irrepetível... Use as cores certas ou erradas - o importante é que valha a pena... A catarse desta obra depende da tela, do pincel, das tintas e do pintor - você"
(M. Ponciano)
Quais as tonalidades repetidas e quais as misturas de novas e antigas que você faz para que nasçam tons diferentes?
A beleza da arte, de tempo em tempo, vai das criações inexatas - que deixam por conta do observante dar-lhe sentido - às prontas - que encantam por serem o que são, sem rodeios... O que as assemelha é a presença de sentido. Em ambas, as cores - repetidas, renovadas ou inéditas - montam com zelo expressões que afetam quem as mira, admira, contempla.
Com quais cores você pinta sua vida? Não importa se sejam as mais caras ou as mais simples... Assim como as grandes obras de arte, sua vida é irrepetível... Use as cores certas ou erradas - o importante é que valha a pena... A catarse desta obra depende da tela, do pincel, das tintas e do pintor - você"
(M. Ponciano)
Poetas.
"Escolhas são posicionamentos de quem não aceita ver a vida simplesmente passar; é a coragem personificada de quem acredita que ela é modelada e costurada com linhas de sensibilidade. Sensível é aquele que não teme sentir, que vê em cada sorriso uma rima simples - souvenir que ficou escondido nas cortinas do espetáculo. É aquele que rabisca nos papéis reaproveitados do sofrer o sentido que não se quis perceber... Assim é o poeta: tradutor de sentimentos involuntários... passageiro que não passa: fica à espreita, observando... rindo da própria fantasia... moradia sua de cada dia... 'para sempre' que dura segundos, 'nunca' que sempre acaba. Fotógrafo de cenas não planejadas, articulador de melodias desarticuladas, cobaia para o personagem que precisa de um corpo para chorar, rir, viver. Que tenham vida... suas, alheias, inventadas, descabidas, mas que vivam... absorvendo as emoções desprezadas, traduzindo cores impensadas, desenhando as entrelinhas da vida." (M. Ponciano)
Assinar:
Comentários (Atom)




