"Sabe esse sentimento que chamam de amor? Cheio de nomes, de alturas e profundidades, de meios e de começos que não esperam o fim...
Sabe essa fórmula que inventaram com príncipes e princesas, com felicidade eterna, com lonjuras percorridas sem sair do lugar, com o medo de sentir dor sem saber que o medo já é a semente que fecunda o sofrimento? Eu também sei... Já esqueci, reaprendi, transformei, neguei... acho que aceitar é ajeitar o coração, é domesticar a razão para aquilo que um quer e o outro rejeita.
Eu pensei que sabia... mas meu corpo tocou o seu, o tempo cruzou meu olhar e o teu e os abraços... ah... os abraços uniram nossa existência, foram ponte para nossas almas, são raízes que destroem a irracional lógico dos nossos desentendimentos...
Sabe o desejo? Ele ferve. Sabe o medo? Ele salienta aquilo que nos afasta. Sabe o amor? Ele nos afaga, faz-nos perceber a completude que é a existência em par, dá-nos a compreensão calma completa, exclui ver-te em pedaços e faz-me perceber que não sou sozinho, mas que também sou feito de pedaços teus que ganham sentido em mim." (M. Ponciano)
sábado, 19 de abril de 2014
terça-feira, 8 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
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