Ele não aceita fórmulas... detesta matemática - justamente por não ser exato, filho do acaso.
Foi no acaso que te vi pela primeira vez... e também através dele foi possível o reencontro.
Brincadeira da vida, armadilha do acaso? Quem sabe...
Só sei do afago que isso causou.
Gosto do teu jeito calmo... da clareza da tua pele... dos teus tantos nomes e das variações que ele permite, sem permissões para imitá-lo.
Gosto do teu jeito tímido e não entendo a tua rude forma de agir consigo...
Fico bobo com a confusão que me causa as frases curtas que proferes...
Inquieto com a cilada do tempo em nos ligar em tempos inoportunos...
Oportuna possibilidade de mudar o roteiro e de contrariar as manias do tempo e seu destino... Aceitas?
Saibas que ainda lembro e vejo em você o complemento para mim."
(M.Ponciano)

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