terça-feira, 11 de junho de 2013

Pouco de ti.

"E o calor que nossos corpos roubaram da noite, eram o contraste para a brisa que assobiava em minha nuca quando meus olhos se encontravam com teu sorriso. O silêncio que ali pairava, era prerrogativa para o segredo de nossos abraços - vastos, castos como o celibato da pureza que não permite aos 'conceitos' tirar o sentido do que é pleno... Nesse mar turvo de idéias e sensações, fica nítido o pensamento que - em constante ir e vir- vai, volta e, pra mim, traz mais um pouco de ti. (M. Ponciano)




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